A partir do dia 29 de outubro (quarta-feira), se você encontrar um livro por aí (no ônibus, no banco da praça, não precisa mais procurar o dono. Leia-o e cadastre o número da etiqueta no site www.livroparavoar.com.br e perca-o novamente por aí. Esta nova idéia faz parte do BookCrossing, uma rede de trocas presente em 90 países. Quem preferir pode levar ou buscar - o seu a um dos 58 postos de combustíveis Ale da cidade. A rede encabeça a campanha espalhando pela capital mais de 2900 unidades de 20 títulos.
Fonte: Revista Veja edição 2084 - ano 41 - nº 43 - 29 de outubro de 2008.
Desejo a todos que ao lerem meus textos saiam com alguma mensagem para reflexão. Sou jornalista e gosto muito de escrever livremente. Pretendo fazer aqui um espaço com textos dissertativos atuais, dicas e reportagens interessantes.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
A corrida contra o tempo
Depois do dia das crianças a próxima data marcada para o gasto extra é o Natal. Esse ano tenho em mente fazer diferente. Comecei a comprar as "lembracinhas" de Natal para pessoas que gosto e que merecem antes da loucura do fim de ano, quero terminar as compras de Natal no máximo na primeira quinzena de novembro. Isso tudo porque tem menos pessoas nas ruas, apesar que em São Paulo tudo é muito cheio, as atendentes de lojas estão mais dispostas, tem mercadorias para escolher e não é aquela loucura de final de ano.
Além das despesas de Natal, já comecei a comprar também o material escolar do ano que vem. Já comprei estojo, lancheira, canetinhas hidrocor, apontador, borrachas, lápis. O meu filho quer ganhar a lancheira do Wall-E... no shopping Bourbon estava mais de 77,00 (achei um absurdo) e quando fui comprar o presente do dia das crianças encontrei a lancheira no Armarinho Fernando da Lapa por R$44,00 e o estojo por 19,90 ( lá no shopping estava 30,00).
Além das despesas de Natal, já comecei a comprar também o material escolar do ano que vem. Já comprei estojo, lancheira, canetinhas hidrocor, apontador, borrachas, lápis. O meu filho quer ganhar a lancheira do Wall-E... no shopping Bourbon estava mais de 77,00 (achei um absurdo) e quando fui comprar o presente do dia das crianças encontrei a lancheira no Armarinho Fernando da Lapa por R$44,00 e o estojo por 19,90 ( lá no shopping estava 30,00).
terça-feira, 7 de outubro de 2008
"Precisa-se de Matéria Prima para construir um País"
João Ubaldo Ribeiro
A crença geral anterior era que Collor não servia, bem como Itamar e Fernando Henrique.
Agora dizemos que Lula não serve. E o que vier depois de Lula também não servirá para
nada...
Por isso estou começando a suspeitar que o problema não está no ladrão corrupto que foi Collor, ou na farsa que é o Lula. O problema está em nós. Nós como POVO. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a "ESPERTEZA" é a moeda que sempre é valorizada,
tanto ou mais do que o dólar.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família, baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente,
os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas
nas calçadas onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as "EMPRESAS PRIVADAS" são papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos... E para eles mesmos.
Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo porque conseguiu "puxar" a tevê a cabo do vizinho, onde a gente frauda a declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos
impostos.
Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os diretores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.
Onde nossos congressistas trabalham dois dias por semana para aprovar projetos e leis que só servem para afundar o que não tem, encher o saco do que tem pouco e beneficiar só a alguns.
Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados médicos podem ser "comprados",sem fazer nenhum exame.
Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar o lugar.
Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o pedestre. Um país onde fazemos um monte de coisa errada, mas nos esbaldamos em criticar nossos governantes.
Como "Matéria Prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas nos falta muito para sermos os
homens e mulheres de que nosso País precisa.
Esses defeitos, essa "ESPERTEZA BRASILEIRA" congênita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos de escândalo, essa falta de qualidade humana, mais do que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós, ELEITOS POR NÓS.
Nascidos aqui, não em outra parte... Entristeço-me. Porque, ainda que Lula renunciasse
hoje mesmo, o próximo presidente que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor. Mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem serve Lula, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa.
E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... Igualmente sacaneados!
É muito gostoso ser brasileiro. Mas quando essa brasilinidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a coisa muda... Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um Messias.
Nós temos que mudar! Um novo governante com os mesmos brasileiros não poderá fazer nada..
Está muito claro... Somos nós os que temos que mudar.
Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo,
senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO
ME OLHAR NO ESPELHO.
"MEDITE!!!" É O QUE EU SEMPRE DIGO. "O GOVERNO SOMOS NÓS, OS POLÍTICOS, NEM TANTO ASSIM." (PAULO BUSKO) E eu acrescento: o que nos falta é EDUCAÇÃO!
A crença geral anterior era que Collor não servia, bem como Itamar e Fernando Henrique.
Agora dizemos que Lula não serve. E o que vier depois de Lula também não servirá para
nada...
Por isso estou começando a suspeitar que o problema não está no ladrão corrupto que foi Collor, ou na farsa que é o Lula. O problema está em nós. Nós como POVO. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a "ESPERTEZA" é a moeda que sempre é valorizada,
tanto ou mais do que o dólar.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família, baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente,
os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas
nas calçadas onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as "EMPRESAS PRIVADAS" são papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos... E para eles mesmos.
Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo porque conseguiu "puxar" a tevê a cabo do vizinho, onde a gente frauda a declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos
impostos.
Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os diretores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.
Onde nossos congressistas trabalham dois dias por semana para aprovar projetos e leis que só servem para afundar o que não tem, encher o saco do que tem pouco e beneficiar só a alguns.
Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados médicos podem ser "comprados",sem fazer nenhum exame.
Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar o lugar.
Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o pedestre. Um país onde fazemos um monte de coisa errada, mas nos esbaldamos em criticar nossos governantes.
Como "Matéria Prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas nos falta muito para sermos os
homens e mulheres de que nosso País precisa.
Esses defeitos, essa "ESPERTEZA BRASILEIRA" congênita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos de escândalo, essa falta de qualidade humana, mais do que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós, ELEITOS POR NÓS.
Nascidos aqui, não em outra parte... Entristeço-me. Porque, ainda que Lula renunciasse
hoje mesmo, o próximo presidente que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor. Mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem serve Lula, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa.
E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... Igualmente sacaneados!
É muito gostoso ser brasileiro. Mas quando essa brasilinidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a coisa muda... Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um Messias.
Nós temos que mudar! Um novo governante com os mesmos brasileiros não poderá fazer nada..
Está muito claro... Somos nós os que temos que mudar.
Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo,
senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO
ME OLHAR NO ESPELHO.
"MEDITE!!!" É O QUE EU SEMPRE DIGO. "O GOVERNO SOMOS NÓS, OS POLÍTICOS, NEM TANTO ASSIM." (PAULO BUSKO) E eu acrescento: o que nos falta é EDUCAÇÃO!
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
“Tudo o que você faz por obrigação, tira a alegria do seu coração.”
Essa frase do autor Fito Paez é muito célebre!!! Não sei o que está acontecendo... ultimamente ando meio sem vontade de escrever. A minha rotina está me consumindo e o cansaço tem tomado conta de mim. Saio de casa pensando no que postar... se tem algo interessante que vale a pena dizer aos meus leitores. Espero que essa sensação seja passageira e que alimentar o meu blog não seja obrigação... afinal de contas gosto muito desse meu espaço.
bbbbbbjjjoooss
bbbbbbjjjoooss
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Pra não dizer que não falei das Flores

Hoje às 12h44, horário de Brasília, entraremos na Primavera. Para ilustrar esse post deixo aqui um poema.
As Flores da Primavera
Neste entardecer tão belo...
Entre todas as flores...
Existe uma rosa amarela...
Que vem ressurgindo...
Com a primavera...
Trazendo consigo...
Trazendo consigo...
Seu delicado perfume...
Assim como esperanças...
E oportunidades...
Para novas amizades...
A primavera é tão bela...
A primavera é tão bela...
Porque traz com ela...
Todas as flores e aromas...
Revitalizando a inquietude...
De todos os corações...
As rosas colorem o amor ...
As rosas colorem o amor ...
As vermelhas exalam paixão...
As amarelas trazem magia e a sedução...
As brancas com sua brandura...
Trazem paz para os corações...
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Santa Ingenuidade
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Lançamento do Livro “Di Cavalcanti e os Fantoches da Modernidade: uma leitura semiótica”

Nem Antes, Nem Depois: Os Misteriosos Fantoches - Uma obra fechada, circunscrita em si mesma. Misteriosa como seu título. O quê queria Di Cavalcanti dizer com esta série? Este é o trabalho (pelo menos parte dele) que Sullivan Bernardo de Almeida se propõe: atar os fios dos Fantoches, fazê-los mover-se, expressar-se e contar sua história, explicar seu mistério.
O livro Di Cavalcanti e os Fantoches da Modernidade: uma leitura semiótica de Sullivan é cheio de paixão pelo tema, o que o levou a tornar-se um paladino defensor da restauração e sobrevivência da própria obra (rara e pouquíssimas tiragens), um marco da modernidade brasileira executada e exibida na Paulicéia Desvairada às vésperas da Semana de Arte Moderna de 22.
O que Sullivan conseguiu, sobretudo, foi o investimento nas análises estruturantes das 16 ilustrações que o artista Di realizou para a série Fantoches da meia-noite. São figuras e cenários – tudo definido por estratégias visuais contrastantes. O branco e o preto; a luz e a sombra; as silhuetas e seus espectros. A figura e o fundo; a forma e o espaço; a paisagem sonegada pela insistência do fundo infinito. O sagrado e o profano; o centro e as margens; os relacionamentos de interesse e os movimentos sexualizados. Tudo, mais ou menos como Di Cavalcanti viveu e se relacionou com o mundo.
Seria esta série de desenhos realizada em sua mocidade, uma antevisão de sua vida e de sua arte?A forma revelada pelos estudos/diagramas semióticos pode responder esta sondagem. Tanto quanto os Fantoches, Di Cavalcanti transitou entre pontos focais muito bem definidos e movimentos lineares muito bem preservados dos círculos sociais.
Di Cavalcanti foi, sem dúvida, um protagonista de seu tempo e – como poucos – controlou inequivocadamente, sua carreira. Atingiu status no mercado de arte, fez fama nacional e internacional como personalidade das artes, representou cultural e politicamente a modernidade brasileira.
O livro Di Cavalcanti e os Fantoches da Modernidade: uma leitura semiótica de Sullivan é cheio de paixão pelo tema, o que o levou a tornar-se um paladino defensor da restauração e sobrevivência da própria obra (rara e pouquíssimas tiragens), um marco da modernidade brasileira executada e exibida na Paulicéia Desvairada às vésperas da Semana de Arte Moderna de 22.
O que Sullivan conseguiu, sobretudo, foi o investimento nas análises estruturantes das 16 ilustrações que o artista Di realizou para a série Fantoches da meia-noite. São figuras e cenários – tudo definido por estratégias visuais contrastantes. O branco e o preto; a luz e a sombra; as silhuetas e seus espectros. A figura e o fundo; a forma e o espaço; a paisagem sonegada pela insistência do fundo infinito. O sagrado e o profano; o centro e as margens; os relacionamentos de interesse e os movimentos sexualizados. Tudo, mais ou menos como Di Cavalcanti viveu e se relacionou com o mundo.
Seria esta série de desenhos realizada em sua mocidade, uma antevisão de sua vida e de sua arte?A forma revelada pelos estudos/diagramas semióticos pode responder esta sondagem. Tanto quanto os Fantoches, Di Cavalcanti transitou entre pontos focais muito bem definidos e movimentos lineares muito bem preservados dos círculos sociais.
Di Cavalcanti foi, sem dúvida, um protagonista de seu tempo e – como poucos – controlou inequivocadamente, sua carreira. Atingiu status no mercado de arte, fez fama nacional e internacional como personalidade das artes, representou cultural e politicamente a modernidade brasileira.
Lançamento: Di Cavalcanti e os Fantoches da Modernidade: uma leitura semiótica.
Data: 06 de setembro de 2008.
Horário: 19h00
Local: Casa das Rosas – Avenida Paulista, 37 – Bela Vista
tel.: 11 3285-6986/ 3288-9447
O evento de lançamento prevê:
1. Apresentação e comercialização do livro;
2. Mesa redonda com Prof. Dr. Marcos Rizolli, coordenador de pós-graduação da Universidade Mackenzie, Frederico Barbosa, Diretor da Poiesis, Claudio Daniel, Diretor da Casa das Rosas e Sullivan Bernardo de Almeida.
3. Instalação : Releitura "Fantoches da Meia-Noite" - Di Cavalcanti
Sullivan Bernardo de Almeida
Mestrado em Educação, Arte e História da Cultura, Pós-graduação em História da Arte, Pós-graduação em Estudos em Museus de Arte. Graduação em Letras. É diretor da BernHard Projetos Especiais de Comunicação. É membro do grupo de pesquisa "Semana de 22: seus fomentadores, patrocinadores e seguidores - os artistas modernos. Autor do livro "Ensaios sobre arte e crítica"
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