Desejo a todos que ao lerem meus textos saiam com alguma mensagem para reflexão. Sou jornalista e gosto muito de escrever livremente. Pretendo fazer aqui um espaço com textos dissertativos atuais, dicas e reportagens interessantes.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Faltam 5 meses para acabar o ano de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Semana Mundial da Amamentação - Blogagem Coletiva

O leite materno contém nutrientes e enzimas perfeitamente balanceadas, com substâncias imunológicas que protegem o bebê e provêm tudo o que a criança necessita no seu comecinho de vida. O ato de amamentar também supre as necessidades emocionais e diminui a ansiedade de ambos, por meio desse primeiro contato pele a pele e olhos nos olhos.
Fora a grande vantagem do vínculo afetivo que o ato cria, esse leite ainda protege a criança contra uma infinidade de problemas. Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a lista é extensa. O leite materno protege contra doenças alérgicas, diversos tipos de câncer, desnutrição, diabetes mellitus, doenças digestivas, doenças crônicas como osteoporose, doença cardiovascular e ateroesclerose, obesidade, meningites, sarampo e outras doenças infecciosas, doenças respiratórias e otites, doenças do trato urinário e cáries. E ainda promove, melhor desenvolvimento neuro-psicomotor infantil e cognitivo, aumenta o QI, promove melhor padrão cardiorrespiratório durante a alimentação, melhor resposta às imunizações e melhor equilíbrio emocional.
Não é só o bebê que sai ganhando, a mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa, tem diminuição mais rápida do volume do útero, corre menor risco de hemorragia no pós-parto, ter anemia, contrair câncer de mama e de ovário, é menos propensa à osteoporose, volta ao peso normal mais rapidamente e está protegida de engravidar.
E ainda tem o fator econômico. O leite que a mãe produz é suficiente para alimentar o filho até os seis meses de idade, sem necessidade de gastos com água, gás, bicos, mamadeiras, sabão, açúcar, embalagens etc. O leite materno é de graça e está pronto para servir a qualquer hora!
quarta-feira, 16 de julho de 2008
PIOVE - Eu fui e recomendo

terça-feira, 8 de julho de 2008
Hora do Sono

Hoje tive a oportunidade de participar " com exclusividade" do lançamento da linha Johnson's Baby Hora do Sono. O evento contou com a presença da Dra. Jodi Mindell ,PhD em Psicologia Clínica, Diretora Associada do Centro do Sono no Hospital Infantil da Philadelphia -EUA, autora de "Sleeping Through the Night: How Infants, Toddlers, and Their Parents Can Get a Good Night’s Sleep" e co-autora de um Guia Clínico para o Sono Pediátrico. A Dra Jodi comprovou através de vários estudos clínicos que é necessário seguir um ritual, com 3 etapas, para que melhorem os hábitos de sono dos bebês. De acordo com a Dra Jodi as 3 etapas são compostas de: Banho morninho (relaxamento), massagem (acalma o bebê, melhora o padrão do sono e contribui para um aumento de peso saudável) e por último uma atividade tranquila, como contar uma história ou cantar uma canção. Ela ainda enfatizou que é muito importante colocar o bebê no berço quando ele estiver sonolento, mas ainda acordado, para que desenvolva a capacidade de se acalmar e dormir sozinho.
Outro detalhe importante nesta tarefa árdua mas que com certeza trará um futuro muito mais tranquilo para família é colocar o bebê para dormir sempre no mesmo horário, recomenda-se por volta das 21h00, em um ambiente calmo, sem televisão, com luz suave e pouco movimento.
Neste mês de julho, JOHNSON’S® baby relança sua linha Hora do Sono, com novos produtos e uma nova fragrância para ajudar a mamãe em um momento bastante especial: a hora de dormir. Os produtos com a fragrância Naturalcalm®, quando aplicados junto ao ritual do sono são os únicos que proporcionam sensação de relaxamento permitindo que o bebê fique calmo antes de ir para o berço. A Linha Hora do Sono é composta de Sabonete Líquido, Sabonete em Barra e Hidratante. Mais informações: www.horadosono.com.br
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Lançamento do DVD "NO PAIN, NO GAIN"

Após ter participado da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, de ter sido exibido em 250 salas de cinema nos Estados Unidos, e de ter se tornado um sucesso de vendas em DVD por lá, o filme “No Pain, No Gain” é lançado em DVD no Brasil e já está disponível no site www.no-pain-no-gain.com.br
A revista Musclemag International se refere a “No Pain, No Gain” como o “herdeiro cinematográfico de “Pumping Iron””, filme de 1977 que estreou o jovem Arnold Schwazenneger, e que também retratava o universo da musculação. Em “No Pain, No Gain”, o ator Gus Malliarodakis conta a história de um fisiculturista e a sua luta contra a utilização de esteróides anabolizantes neste esporte. O filme tem algumas participações especiais, como a de Jill Mills, que tem o título de “mulher mais forte do mundo” na competição realizada pelo canal de esportes ESPN.
A própria ESPN fez uma reportagem sobre filme nos Estados Unidos. No Brasil, “No Pain, No Gain” foi mencionado no programa “Domingo Espetacular” da TV Record, numa reportagem sobre anabolizantes.
Alexandre Pagnani, presidente da Associação Brasileira de Estudos e Combate ao Doping, apóia o filme, e declara: “No Pain, No Gain relata de maneira realista o esforço e disciplina necessárias a um fisiculturista e a conseqüência do uso de esteróides anabolizantes”.
O filme “No Pain, No Gain”, com 95 minutos de história, tem em seu elenco os atores Gus Malliarodakis, Dennis Newman, Joe Hursley e Crystal Calderoni.
A partir de julho, "No Pain, No Gain" fará parte do catálogo da Visocopy (http://www.visocopy.com.br/), uma das maiores empresas de vendas de DVD no Brasil.
www.zukor.com.br - CONTATO: Alexandre Puga / (11) 2157-8539 / zukor@terra.com.br
Ana Paula Niederauer (ai) - MTb: 29.908
segunda-feira, 2 de junho de 2008
O que fazer com o óleo de cozinha depois de utilizado?
Muita gente não sabe, porém, o que fazer com o óleo usado. O resultado é que, na maioria das vezes, esse óleo é jogado na pia, no ralo ou mesmo no lixo comum. O despejo indevido de óleo na rede de esgoto ou nos lixões contamina água, solo e facilita a ocorrência de enchentes. O consumidor consciente pode evitar que isso aconteça reutilizando o óleo para fazer sabão - ou procurando alguma empresa ou entidade que reaproveite o produto.
A Uninove em parceria com o Instituto triângulo, que presta serviços socio-ambientais, estão realizando a 1ª Campanha de Arrecadação de Óleo de Cozinha Usado. Eles disponibilizam no campi da Uninove Vila Maria, Memorial, Vergueiro e Santo Amaro coletores com a finalidade de receber seu óleo de cozinha usado. O prazo para arrecadação é até 20/06/08. Mais informações no site www.triangulo.org.br/site/
O ambiente em que vivemos
Temos que ajudar o nosso planeta a respirar. Cada dia que passa a situação piora, é poluição pra todos os lados. Meu Deus do céu, o que serão das crianças no futuro? Hoje já sofremos com problemas respiratórios, alergias e etc. Temos que nos conscientizar para que no futuro melhore a qualidade de vida. Se cada um prestasse atenção, fizesse sua parte e seriamente levasse em consideração a destruição que vem ocorrendo, o mundo não estaria dessa maneira. Vamos nos organizar e tentar de alguma maneira ajudar o nosso mundo que sempre nos ajudou.
Vamos começar pelo lixo de nossas casas.
Há três coisas que podemos fazer para limitar o impacto do lixo sobre o meio ambiente: reduzir, reutilizar e reciclar.
Reduzir
A melhor solução é reduzir o lixo que produzimos em primeiro lugar. Por exemplo, só devemos comprar produtos que não venham com muita embalagem e de que realmente precisemos.
Pense cuidadosamente sobre que tipos de materiais são usados nas coisas que compramos. Uma vez que se tornam lixo, eles podem levar muito tempo para se decomporem.
Plásticos Há quase 50 tipos de plásticos comumente usados para tudo, desde recipientes de suco de frutas e sacolas de plástico até janelas e portas. Muitos plásticos são fortes e duráveis. Eles não se decompõem ou se dissolvem. Além disso, a fabricação do plástico consome muita energia. Muitos produtos plásticos não podem ser reutilizados. Assim, nós os jogamos fora. O problema com o lixo plástico é que ele se transforma em produtos venenosos. Por exemplo, o vinil, usado para fazer garrafas, peças de carro e canetas, polui o solo, se for enterrado, e libera substâncias venenosas no ar, se for queimado. Devemos tentar reduzir a quantidade de plástico que usamos. Entretanto, os plásticos podem ser reciclados para fazer pentes de cabelo, lajes para piso e roupas de poliéster.
Reutilizar
As pessoas são freqüentemente muito imaginativas ao reutilizarem os objetos, ao invés de jogá-los fora. Por exemplo, podemos amassar as latas de alumínio vazias e usá-las como chapa de metal. Podemos fazer móveis com sobras de madeira e usar vidros bem lavados para guardar alimentos e materiais de carpintaria e de escritório.
Reciclar
Se objetos como garrafas de vidro, latas de metal e de estanho, jornais e plásticos não puderem ser reutilizados, talvez seja possível reciclá-los. Por exemplo, o vidro é lavado em fábricas especiais, quebrado em pedacinhos e, então, derretido para fazer vidro “novo”, pronto para a fabricação de alguma outra coisa. Alguns países têm fábricas que reciclam estes materiais.
Resíduos perigosos
Alguns tipos de lixo são mais perigosos do que outros. O lixo perigoso é chamado de resíduos perigosos e consiste de lixo químico, como baterias, produtos de limpeza para pisos e inseticidas. Os resíduos médicos, como as agulhas, as seringas, medicamentos velhos e bandagens (ligaduras) sujas, também podem ser muito perigosos. Os resíduos perigosos podem prejudicar seriamente o meio ambiente e a nossa saúde.
Resíduos tóxicos
Alguns resíduos tóxicos são venenosos. Se tocados, este tipo de resíduo pode entrar no nosso corpo e causar câncer (cancro) ou outras doenças. Eles podem causar danos sérios aos bebês antes de nascerem e também podem chegar até o ar, a água e o solo e matar peixes e animais. Os resíduos venenosos provêm de coisas como produtos de limpeza, veneno para ratos e pesticidas. Este tipo de resíduo geralmente traz a figura de uma caveira no recipiente.
Resíduos corrosivos
Alguns resíduos perigosos dissolvem quase qualquer coisa que tocarem, até a carne humana. Os resíduos corrosivos provêm de coisas como baterias, produtos de limpeza para canos de esgoto e fornos e produtos de limpeza feitos com amoníaco. Eles geralmente trazem a figura do esqueleto de uma mão no recipiente.
Resíduos inflamáveis
Alguns resíduos perigosos podem pegar fogo e soltar fumaça (fumo) tóxica no ar, como, por exemplo, a gasolina, os óleos e os removedores de tinta. Os resíduos inflamáveis geralmente trazem a figura de uma chama no recipiente.
Resíduos explosivos
Alguns resíduos perigosos podem explodir, se forem misturados com outras substâncias químicas ou se caírem no chão. Os produtos químicos explosivos encontram-se em latas de spray, na gasolina e nos fluidos para isqueiro. Os resíduos explosivos geralmente trazem a figura de uma bola explodindo no recipiente.
Se um recipiente tiver qualquer uma destas figuras, trate-o com muito cuidado, pois ele já conteve um material perigoso e pode conter ainda algum resíduo. Nunca queime estes recipientes, porque o calor libera gases e fumaças (fumos) venenosos no ar. Esteja ciente de que, muitas vezes, os recipientes não trazem nenhum sinal de advertência.
Os governos por todo o mundo estão lentamente forçando as indústrias a tornarem os resíduos menos perigosos. Neste meio tempo, podemos fazer nossa parte, tratando os resíduos perigosos devidamente. Nunca derrame líquidos tóxicos, tais como óleo de motor, tinta e pesticidas, nos rios ou na pia. Guarde-os separadamente e descubra um local próximo que os receba e os jogue fora com segurança. Isto é muito importante para a nossa saúde e para o meio ambiente.
Quanto tempo leva para o lixo se decompor?
Jornal algumas semanas
Sapatos de couro até 50 anos
Caixas de papelão vários meses
Plástico fino até 5 anos
Folhas de bananeira algumas semanas
Pneus desconhecido
Sacolas de plástico 10–20 anos ou até centenas de anos, dependendo do tipo de plástico
Metais até 50 anos
Latas de alumínio até 80 anos
Garrafas de plástico centenas de anos
Cacos de vidro milhares de anos